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terça-feira, 17 de março de 2009

Clodovil Hernandes

Um ser polêmico.


Nascido no interior de São Paulo, em Elisiário, no dia 17 de junho de 1937, Clodovil foi adotado por um casal de imigrantes espanhóis, Domingos Hernández e Isabel Sánchez. Estudou em colégio interno católico.


Nos anos 60, Clodovil ficou famoso como a grande figura da alta-costura brasileira. Seus modelos eram disputados e, ainda no início da carreira, ganhou o prêmio mais cobiçado do mundo da moda, o Agulhas de Ouro.


Nos anos 70, começou a fazer participações em novelas, filmes e peças de teatro. Assinou o figurino de cinco longas nacionais - O Corpo Ardente (1966), Beto Rockfeller (1970), Lua de Mel & Amendoim (1971), A Infelicidade ao Alcance de Todos (1972) e Paranóia (1976) - e participou como ator de outros três. Fonte: Sidney Rezende


Amado por alguns, detestado por muitos, Clodovil foi um ícone da moda brasileira.

Merecedor de todas as homenagens, pelo estilista maravilhoso que foi.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Moda dos anos 40

Período de guerra, escassez de tecido, roupas e sapatos serios e pesados.


A roupa, no estilo militar, perdurou até o final da segunda guerra.




Com as escassez de recursos, a mulher desse período teve que reaproveitar suas peças e lançou mão de chapéus e lenços como adornos. As saias ficaram um pouco mais curtas, com pregas e o uso de calças compridas tornaram-se mais práticas.





O cabelo ficou um pouco mais longo.




O “ready-to-wear”, depois chamado de “prêt-à-porter”pelos franceses, se transformou numa forma prática, moderna e elegante de se vestir, difundindo-se por todo mundo.


Os americanos criaram os conjuntos, que permitiam varias combinações .


Christian Dior, foi o grande estilista do período pós-querra, sua coleção surpreendeu a todos, saias amplas quase até os tornozelos, cinturas bem marcadas e ombros naturais, era a volta da mulher feminina e elegante.








"Nós saímos de uma época de guerra, de uniformes, de mulheres-soldados, de ombros quadrados e estruturas de boxeador. Eu desenho femmes-fleurs, de ombros doces, bustos suaves, cinturas marcadas e saias que explodem em volumes e camadas. Quero construir meus vestidos, moldá-los sobre as curvas do corpo. A própria mulher definirá o contorno e o estilo."


Christian Dior


segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A moda na década de 30

Tempos de Crise!

A mulher dos anos 30, redescobriu suas formas, sem grande ousadias, mas com elegância e leveza. Afastou-se do estilo menina (característica da melindrosas) tornando-se uma mulher refinada.


















Novos modelos começaram a fazer sucesso, devido a popularização da prática de esportes, como o short que surgiu a partir do uso da bicicleta.
As mulheres incluem bermudas e calças no seu vestuário, até então exclusivas no guarda-roupa masculino.


















A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva. As formas eram marcadas, mas natural. Os seios voltaram a ter foram. O simples



























Gabrielle Chanel continuava sendo sucesso, assim como Madeleine Vionnet e Jeanne Lanvin.

Ainda não se usava o termo " prêt-à-porter ", mas as butiques já ensaiavam os primeiros passos para os produtos em série.

Com o ínicio da segunda guerra mundial, as peças começam a se adptar aos tempos difíceis.

Saias com abertura lateral, para o uso de bicicleta.

A moda na década de 20

Prosperidade, liberdade, inovações tecnológicas, eletricidade, mordenização das fábricas, rádios, ínicio do cinema falado, jazz, Charleston e melindrosas.


Essa é a década de 20, período marcado pela prosperidade econômica e pelo "adeus" aos espartilhos. A mulher estava mais livre, permitia-se mostrar as pernas, o colo, a usar maquiagem. Os vestidos mais curtos e leves, com silhueta tubular, deixavam braços e costas à mostra, facilitando a dança.


As estrelas de cinema eram imitadas e grande nomes como Gloria Swanson e Mary Pickford serviam de inspiração às outras mulheres.














Gloria Swanson e Mary Pickford

Coco Chanel, considerada a mais famosa estilista de todos os tempos, influenciou o mundo da moda durante décadas e foi responsável por revolucionar o vestuário feminino da década de 20. Foi a criadora do LBD ou Little Black Dress - o vestidinho preto tão famoso ainda hoje.














Suas criações tornaram-se eternas: vestidos chemisiers soltos, amplos cardigãs, seu corte de cabelo, simétrico, reto, mostrando a nuca - o eterno corte Chanel, perfume (chanel nº 5), bolsas a tiracolo... ítens que fazer parte do desejo de consumo das mulheres nos dias atuais.













Outros estilistas importantes na década de 20:
* Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres;
* Jean Patou, estilista francês que se destacou na linha "sportswear".

Toda a euforia dos "felizes anos 20" acabou no dia 29 de outubro de 1929, quando a Bolsa de Valores de Nova York registrou a maior baixa de sua história. Grandes investidores perderam tudo, afetando a economia do mundo todo. Falências, desemprego e desespero marcaram os anos seguintes.